Desporto

Duelo de gigantes na Machava

Ferroviário de Maputo e Liga Muçulmana protagonizam hoje, no Estádio da Machava, um dos desafios mais aguardados da segunda jornada do “Mocambola”.

Os “locomotivas” deixaram-se empatar ao apagar das luzes na deslocação a Beira, na jornada inaugura. Todavia, deram indicação de predisposição para contar com eles este ano na discussão do título, diferentemente do que sucedeu nos dois últimos anos.

Já a Liga Muçulmana parece não estar abalada com a saída intempestiva de Litos do comando técnico, tendo goleado o Clube de Chibuto por 4-1.

Portanto, estamos perante um desafio entre equipas promissoras na prova. A Comissão Nacional de Árbitros de Futebol (CNAF) indigitou o experiente Mateus Infante para dirigir a partida, assistido por Gimo Patrício, Amisse Djuma e Amosse Lazaro (quarto árbitro).

O Maxaquene, depois do empate em Pemba na estreia, tem uma deslocação difícil ao terreno do Clube do Chibuto, ferido no orgulho, portanto, com missão clara de mudar a imagem deixada na Matola.

É um confronto que se adivinha complicadíssimo para Chiquinho Conde e seus pupilos. Aníbal António vai apitar o desafio, assistido por João Paulo e Teófilo Mongói, sendo Mário Tembe o quarto árbitro.

Os “alvi-negros” jogam em Pemba com o Ferroviário local. Está garantida casa cheia para receber um Desportivo que fez jus à sua grandeza no arranque da prova, batendo o Têxtil de Púngoè por dois a zero, enquanto a turma de Hilário Manjate, com dose de sorte, anulava o Maxaquene com uma igualdade a um golo.

Os árbitros da partida serão Sérgio Lopes, assistido por Ivo Muiambo e Luís Fortunato. Abene Jussa será o quarto juiz.

No campo da Bela Vista FC, em Nacala, há reencontro marcado entre Nacir Armando, agora à frente do Ferroviário de Quelimane, e os antigos pupilos do Desportivo local.

Os dois conjuntos arrancaram com o pé esquerdo e, por conseguinte, ainda não pontuaram. Em perspectiva um jogo equilibrado, no qual sairá a ganhar aquele que melhor souber aproveitar os erros adversários.

Filmão Filipe foi confiado pela CNAF para dirigir o desafio, auxiliado por Célio Mugabe e Carlos Guambe, cabendo a Júlio Gonçalves as funções de quarto árbitro.

 

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