Nacional

CVM preocupada com a fuga dos reassentados

A equipa da Cruz Vermelha de Moçambique afecta no centro de reassentamento de Chiaquelane mostra-se preocupada com a saída de algumas famílias para as suas zonas de origem.

A preocupação daqueles voluntários surge pelo facto de se temer que, devido as condições precárias nas zonas de origem, as famílias fiquem expostas a várias doenças.

Amélia Cossa, da CVM, disse que para contornar este risco diariamente envia equipa para os diferentes bairros do distrito no sentido de sensibilizar as pessoas a ficar nos centros até que as autoridades anunciem a retirada.

A nossa entrevistada disse ainda que o Hospital Rural de Chókwè poderá voltar a receber doentes a partir desta semana após trabalhos de limpeza efectuados naquela unidade sanitária.

A entrada em funcionamento daquele hospital poderá libertar as camas do hospital da Macia que vem recebendo os doentes do distrito Chókwè com necessidade de internamento.

Entretanto o presidente da Federação Internacional da Cruz Vermelha, Tadateru Kinoé, após ter acompanhado in loco os prejuízos das cheias, garantiu que vai trabalhar nos próximos dias no sentido de conseguir mais ajudas para famílias carentes de quase tudo.

“A situação já está estável, mas após termos visto a realidade de perto, ficamos sensibilizados. Vamos trabalhar de forma a conseguir mais ajudar essas famílias porque ainda precisam”, assegurou.

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