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MEMÓRIA: Hélder Nhandamo, o “Cobra”

Desde pequeno, Hélder Nhandamo, jogando no mini-básquete, tinha apetência para um malabarismo impressionante. Jogando pela equipa chamada Real Sociedade, António Azevedo, que era o treinador, por essa forma de se portar em campo, deu ao menino Hélder a alcunha “Cobra”. A partir daí, toda a gente esqueceu-se do nome Hélder Nhandamo, do seu registo de nascimento. “Assumo que era um pouco malabarista, tentando imitar os Globe-Trotters, dos Estados Unidos da América”, disse “Cobra”.

Realça-se que os Globe-Trotters eram a grande referência nesse período da meninice do seu tempo. A equipa americana viajava pelo mundo para fazer apresentações da sua performance. Nas suas partidas, misturavam competição, entretenimento e exibicionismo das suas capacidades no trato da “bola ao cesto”, tendo chegado a fazer uma digressão por 118 países.

Esse facto transformou-se em “febre de momento” e contagiou a quase todos os amantes do basquetebol. O menino Hélder, sempre demonstrando muita alegria a jogar, era também um dos seguidores dos Globe-Trotters, no início da década de ‘70.

“Cobra” era um base/extremo móvel. Sem ter uma altura de chamar atenção, “Cobra”, jogando com adversários bem altos e fortes, sobressaía para concretizar pontos e mais pontos, serpenteando, em velocidade, entre colegas e adversários. Leia mais…

POR JOCA ESTÊVAO
joca.estevao@snoticias.co.mz

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