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Comércio debaixo de chuva

Por Jornal domingo

TEXTO DE MICAELA MEQUE

Neste período de pico da época chuvosa, os mercados formais e informais estão alagados na cidade de Maputo, o que relança o crónico problema do saneamento e drenagem nos principais centros de comercialização. Durante a semana finda, os vendedores informais, na sua maioria, não se fizeram aos passeios, entre outros espaços públicos onde desenvolvem as actividades, devido às intensas chuvas.

No lugar de serem somente lugares destinados à compra e venda de diversos produtos frescos, transformaram-se numa espécie de bacias de retenção de águas pluviais, condicionando, sobremaneira, a normal actividade dos operadores dos mercados.

Numa ronda a alguns mercados, facilmente apercebemo-nos do cenário de precariedade, facto que se agrava devido à degradação das infra-estruturas de cobertura das bancas. Exemplos mais evidentes encontramos, entre outros locais visitados, nos mercados “Compone”,“Xiquelene” e “Bela Rosa”.

Corredores alagados, lixo acumulado ao longo das vias de circulação e infra-estruturas em avançado estado de precariedade, assim como bancas improvisadas em zinco enferrujado, são alguns dos retratos colhidos naqueles mercados. Ademais, vezes sem conta, existem produtos que têm sido comercializados no chão, em meio à lama e águas negras, facto que compromete a saúde e segurança pública. Leia mais…

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