Empresários filiados à Confederação das As­sociações Económicas (CTA) querem que a XVI Conferência Anu­al do Sector Privado (CASP), que será realizada na próxima quarta e quinta-feira, não entre para a história como mais uma. A expectativa é que se saia de lá com resultados palpáveis e que ajudem a mudar o rumo da vida das empresas e, por essa via, da economia nacional. Para isso, o primeiro dia será reservado a negócios com bancos e empre­sas exploradoras de gás.

A Federação Moçambicana de Empreiteiros (FME) entende que é chegado o momento de pôr um basta na corrupção que ocorre na adjudicação das obras públicas. Em entrevista ao nosso jornal, o presidente deste organismo, Manuel Ferreira, diz que a situação é tão grave que mesmo quem apresenta uma proposta baixa é induzido a pagar 10 por cento ou uma gratificação aos avaliadores e isso acaba prejudicando a qualidade das obras.

O mercado financeiro nacional passa a contar com uma entidade privada que vai gerir o sistema de informação de crédito para, por essa via, ampliar a transparência e confiança na banca comercial e instituições de microcrédito, ajudar a reduzir risco de crédito e melhorar o acesso ao financiamento.

 

“Reiteramos o compromisso de transformar, nos próximos quatro anos, a Tmcel na maior e melhor empresa de telecomunicações, bem como o de cumprir os desígnios da agenda nacional de desenvolvimento e de salvaguardar os interesses do país, da empresa e dos trabalhadores”, realçou Mahomed Rafique, empossado há dias no cargo de Presidente do Conselho de Administração (PCA) desta empresa.

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