O sistema prisional também recebeu directivas urgentes de segurança pública. Ao patentear aos novos Primeiros Adjuntos de Comissários da Guarda Penitenciária, o Presidente da República e Comandante-Chefe das Forças de Defesa e Segurança instou-os a assumirem um “papel decisivo na prevenção da radicalização nas cadeias”.
Exigiu o fim imediato das burlas telefónicas e crimes coordenados a partir das celas, desafiando os oficiais a transformarem as prisões em espaços de “reabilitação social” e não em extensões do crime organizado que “tiram o sono à sociedade”.
Com efeito, foram patenteados ao posto de Primeiro Adjunto do Comissário da Guarda Penitenciária, Amândio Samuel Munguambe e João de Alegria Armando.

