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Presidente Chapo renovou a esperança dos moçambicanos

Por Domingos Nhaúle
  • consideram individualidades entrevistadas pelo domingo

O primeiro ano de governação do Presidente da República, Daniel Chapo, como o quinto Chefe do Estado moçambicano, foi caracterizado por inúmeros desafios, com destaque para o resgate da confiança entre os moçambicanos que estavam desavindos, alegadamente, devido aos resultados das VII eleições gerais de 9 de Outubro de 2024.

A tese é defendida por dois líderes religiosos, designadamente o reverendo Marcos Macamo e o presidente do Conselho Cristão de Moçambique, Rodrigues Dambo, e o académico Patrício José, entrevistados pelo domingo, a propósito dos 12 meses da governação do Presidente Chapo, assinalados quinta-feira.

Para o reverendo Marcos Macamo, da Igreja Presbiteriana de Moçambique, no seu primeiro ano de governação o Presidente Daniel Chapo soube transformar a crise pós-eleitoral numa escola de autodidáctica para os moçambicanos.

Sublinha que o Chefe do Estado conseguiu controlar o barco e retorná-lo à navegação de uma forma organizada. “Demonstrou maturidade na liderança. Não se deixou espalhar, abalar nem desanimar e valorizou todos os segmentos da sociedade”

Correspondeu às nossas expectativas – Rodrigues Dambo, líder religioso

– Rodrigues Dambo, líder religioso

Por sua vez, o presidente do Conselho Cristão de Moçambique, Rodrigues Dambo, começa por lembrar que Daniel Chapo tomou posse no meio de incertezas, devido às manifestações que ocorreram em todo o país, “contudo, não se deixou intimidar e tomou as rédeas, dialogando com todos actores da sociedade. O que significa que correspondeu às nossas expectativas”.

Destaca que os primeiros três meses foram desafiantes e colocaram à prova a capacidade do Chefe do Estado de implementar o seu discurso de tomada de posse. No seu entender, há que dar voto de confiança ao discurso inaugural do Presidente da República, na medida em que algumas acções estão a ser implementadas, não obstante os desafios. “Nos primeiros meses sentimos um discurso de ódio por parte de alguns cidadãos, em virtude das manifestações pós-eleitorais. Ciente desse aspecto, Daniel Chapo pós em prática o diálogo para ultrapassar as diferenças e isso é um acto de coragem que vale a pena destacar”, diz Rodrigues Dambo. Leia mais…

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