Política

Missão da EMOCHM poderá ser prorrogada

A Missão da Equipa Militar de Observação da Cessação das Hostilidades Militares (EMOCHM), encarregue de monitorar a implementação do acordo assinado a 5 de Setembro de 2014 pelo antigo Presidente da República, Armando Guebuza, e o líder da Renamo, Afonso Dhlakama, poderá ser prorrogada, quando faltam 14 dias para o seu fim.

À luz do acordo, ratificado pela Assembleia da República, o Governo pode prorrogar o prazo, de 135 dias, da missão da Equipa Militar de Observação da Cessação das Hostilidades Militares, uma vez que até aqui o seu mandato ainda não foi integralmente cumprido.

A EMOCHM, composta por 70 peritos militares do Governo e da Renamo, repartidos em 35 para cada parte, e 23 peritos militares internacionais de nove países, tem a missão de garantir a efectiva cessação das hostilidades e a implementação das fases subsequentes, nomeadamente o enquadramento das forças residuais da Renamo nas Forças Armadas de Defesa de Moçambique (FADM) e na Polícia da República de Moçambique (PRM) e/ou sua inserção social e económica.

À excepção dos Estados Unidos da América, cujo perito militar até aqui ainda não chegou a Moçambique, integram a equipa militar, comandada por um brigadeiro do Botswana, a África do Sul, Cabo Verde, Grã-Bretanha, Itália, Portugal, Quénia e Zimbábwè.

 

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