- afirmam veteranos da luta armada de libertação nacional por ocasião das celebrações do 25 de Setembro
TEXTO DE DOMINGOS NHAÚLE E MARIA DE LURDES COSSA
O nosso legado e história são imensuráveis e tal como no passado, apesar da idade avançada, estamos disponíveis para transmitir os nossos conhecimentos em matéria de defesa da pátria e combate ao terrorismo. Entre vários aspectos, consideramos pertinente a redefinição das formas de instrução nos diversos quartéis, para que os jovens que entram nas Forças Armadas de Defesa de Moçambique (FADM) tenham bravura e atitude combativa perante o inimigo, tal como o fizemos contra os colonialistas.
A disponibilidade é expressa por dois veteranos da luta armada que representam os milhares espalhados pelo país, no âmbito das celebrações, esta quinta-feira, do 61.o aniversário do início da insurreição geral armada para a conquista da independência de Moçambique. As cerimónias centrais terão lugar na cidade da Matola, província de Maputo.
Que papel podem desempenhar os jovens do 25 de Setembro nos dias de hoje, face aos múltiplos desafios que Moçambique conhece na defesa da pátria e integridade territorial? Esta é a pergunta colocada a dois veteranos da luta armada, designadamente Salésio Nalyambipano e Maria de Fátima Pelembe. Para Salésio Nalyambipano, é importante rebuscar-se a experiência dos protagonistas da luta armada de libertação nacional, bem assim da guerra dos 16 anos e transmiti-la para a actual geração das FADM. Leia mais…


