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Cabo Delgado: Reconstrução deve passar do papel à prática

  • afirma Carlos Agostinho do Rosário, Primeiro-ministro

O Primeiro-ministro, Carlos Agostinho do Rosário, defendeu sexta- -feira em Pemba a necessidade urgente de se arrancar rapidamente para a operacionalização do Plano de Reconstrução de Cabo Delgado (PRCD) de modo a assegurar que a vida nos distritos afectados pelos ataques terroristas volte gradualmente à normalidade e o regresso dos deslocados ocorra de forma segura e condigna.

Carlos Agostinho do Rosário falava a jornalistas no rescaldo da sua visita à província de Cabo Delgado, tendo destacado, na ocasião, que depois de escalar Palma e Mocímboa da Praia, que fazem parte dos 9 distritos desta província que foram alvo de ataques terroristas, o Executivo constatou que precisa de agir mais rápido na implementação das acções que estão previstas no plano. ”A população que se havia refugiado em diferentes pontos começa a regressar às suas zonas de origem e todos nós (Governo, parceiros de cooperação e outros intervenientes na assistência humanitária) temos de agir no sentido de acompanhar esta dinâmica que decorre da melhoria das condições de segurança nos locais que estão sendo libertos pelas Forças de Defesa e Segurança (FDS)”, disse o governante.

Na mesma ocasião, o Primeiro- -ministro referiu que é importante que os serviços administrativos, as infra-estruturas sociais básicas destruídas pelos terroristas sejam repostas com maior celeridade para que à medida que a população for regressando às suas zonas de origem, assim que as Forças de Defesa e Segurança (FDS) considerarem haver condições de segurança para tal, seria bom que fossem acolhidas em condições humanamente dignas, recebam o necessário acompanhamento psico-social para que possam rapidamente retomar as suas actividades produtivas. ”Há já algumas acções que estão acontecendo no terreno para a reposição das infra-estruturas e serviços que haviam sido destruídos como é o caso da religação da energia eléctrica na vila-sede de Mocímboa da Praia. Mas, no geral, as coisas ainda estão a acontecer timidamente. Há que acelerarmos o passo”, disse. Leia mais…

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