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AUSCULTAÇÃO PÚBLICA: Académicos defendem diálogo aberto e sem tabús

Por Jornal domingo

A auscultação pública no âmbito do Diálogo Político Nacional Inclusivo lançada quarta-feira pelo Presidente da República, Daniel Chapo, é um convite a todos os cidadãos para participar neste processo, contribuir com as suas ideias, no tocante à reforma Constitucional, da administração pública, pacote eleitoral, governação descentralizada, entre outros temas.

Este posicionamento é defendido por três académicos que têm acompanhado a evolução do processo democrático moçambicano, com participações em vários fóruns sobre a matéria, designadamente Ismael Mussá, José Macuane e Guilherme Mbilana.

Sublinham o facto de se ter criado um mecanismo para os cidadãos participarem no processo, sem precisar de convite ou requerimento, conforme destacou o Presidente da República.

“Neste processo do diálogo, todas as vozes contam, todas as mãos ajudam a construir, e todos os sonhos têm lugar. Não há um único moçambicano que estará excluído”, sintetiza Daniel Chapo que acrescenta: “Ninguém precisa de fazer requerimento, nem carta, para tomar parte do diálogo. Estamos todos convidados”.

O Chefe do Estado entende que o povo está no centro deste processo e congratula a participação activa dos partidos signatários do Acordo do Compromisso Político, que, na sua óptica, sinaliza que o diálogo é de todos os moçambicanos, e a “pátria está acima de quaisquer diferenças entre os cidadãos. Moçambique somos todos nós, independentemente da cor, raça, sexo, origem étnica, lugar de nascimento, religião, grau de instrução, posição social, estado civil, profissão ou opção política. Somos todos irmãos”, frisa. Leia mais…

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