Opinião

Uma questão de detalhe

Entre batucadas de criticas sem ressonancia oriundas de sectores pouco esclarecidos, e reluctantes em interpretar correctamente o estado de graca da nossa economia, o pais vai girando e bem em torno de um executivo que apenas pensa em progresso e bem-estar dos mocambicanos.

São críticas isoladas, mas por vezes ecoam como melgas irritantes a procura de protagonismo, desrespeitando uma gestao mais do que competente dos assuntos de estado, facto reconhecido no universo académico e de países a organizações internacionais como admirável ante as circuncustancias.

Verdade que coesão social não e só consenso mas equidade, mas a ressonância da pobreza viveu sempre como preocupacao imediata de um executivo sem bracos a medir na busca de solucoes socio economicas a curto medio e longo prazo.

E importante que os partidos extraparlamentares se pronunciem sobre assuntos cadentes que acham deveriam ser priorizados na agenda nacional a ser discutidos no Parlamento.Foi bom saber esses partidos estao interessados na Revisao da constituição, no Código Penal, debater a situação das cheias que anualmente se abate sobre o pais e outras questoes, como a corrupcao.

Em democracia a liberdade de expressao e sagrada.O executivo e moderado e aberto ao diálogo.

Ofensas pessoais, mentiras ou vilipendiar a classe dirigente, apenas reflecte baixo caracter, ausencia de cultura democractica e irresponsabilidade. E uma agenda supostamente a deriva. Não pode haver alternância de poder sem projecto politico alternativo que passe por um escrutinio democratico.

O estado de direito e um estado de leis.Uma greve e sempre um direito de de trabalhadores ordenados e dirigidos de sindicatos.Quando uma greve, qualquer que seja o pais, Estados Unidos, Inglaterra, Japao ou numa democracia que se preze, nao se obedecem regras estabelecidas, o estado atraves de autoridades competentes reserva-se no direito de repor a lei e ordemTemos que reconhecer o feito da globalizacao desregrada e as suas consequencias para os que ja sobrevivem com pouco.

O capitalismo ocidental manda os seus nacionais desempregados imigrar para as Africas, tratam os sem abrigo como cancros e com repulsa, considerando que nao querem fazer nada,..Nos africanos nao viramos as costas nem chamamos mendigo aos cidadaos que trabalharam e querem trabalhar

 

Voltando a questao da tentativa de greve dos desmobilizados de referir que depois de ao longo do ano passado, terem conseguido acordar com o governo um pagamento na ordem de 12 mil meticais mes, vem agora com uma peticao de 20 mil meticais; so me resta apelar aos desmobilizados para consultar o Regulamento no Ambito da implementacao do Estatuto do Combatente.

 

Dito isto apesar da aparente incongruência os cidadãos, preferem rever-se na agenda do partido do governo, Frelimo e por este reflectir os seus anseios mais imediatos quer como partido político como na gestão dos negócios de estado.

 

Hoje em dia tornou-se habito haver protagonistas politicos isolados na pele de franco atiradores.A oposicao politica vive um a crise de identidade, por ignorar que a politica e tambem uma questao de detalhe.Talvez por o modelo de lideranca ser demasiado personalizado alguns sentem-se asfixiados.Nao existe democracia interna, e dai resultando a frustracao e o rompimento ao se sentirem ostracizados, num processo democratico que funciona, mas não são tidas nem achadas em momentos de decisao.Nalguns casos a perda da auto estima e irreparável, cansando-se de funcionar de pontas de lança da Renamo plantados na média.

 

Se alguem disser que ha pobreza e Moçambique não estará a mentir; Vencer a pobreza, esse e o lema e a meta principal na agenda do executivo de Armando Guebuza; mas se alguem disser que os governantes e militantes do partido Frelimo sao ricos e a populacao cronicamente pobre, esta a mentir e com todos os dentes.Primeiro porque o partido Frelimo tem cerca de 4 milhões de membros e os mais de 14 a 15 milhões que se identificam simpatizantes do partido do governo. Ora se fossem todos ricos seria um fenonemo mundial, proporcionalmente superior a China e Estados Unidos.

Considero mentiras avulsas mas com um fim estrategico, delineados a retirar o mérito de quem governa.

 

Mas mentir porque? A essas pessoas interessa o jogo político ao mesmo tempo em que escondem o comprimento e as ramificações da cauda bem comprida

 

Infelizmente somos ainda pobres mas ricos em recursos naturais.

 

Conforme diz o nosso presidente e com razão, essas riquezas são ainda uma promessa por apesar de identificadas ainda se encontrarem no subsolo. Se essas riquezas nos permitem sonhar? Podemos faze-lo com toda a justiça por não se tratar de utopia.

 

Com efeito o estado da nossa economia e saudável sendo os índices de crescimento avaliados através d estudos e quantificados e qualificados do executivo, após planeamento estratégico.

 

 

O Executivo como Actor Principal

do Desenvolvimento Económico

 

Numa economia de mercado o executivo, os recursos naturais a performance de agentes economicos locais, e comparticipacao do estado, funcionam como actores activos na fundação da economia, como a infra-estrutura e as exportações as bases para a sustentacao crescimento de desenvolvimneto economico.

 

Os mocambicanos terao ainda de vencer paradigmas e a cultura politica de forma a se afirmar no universo de paises como nacao forte com uma lideraca moderna e intransponivel.A presidencia de Guebuza esta virada para o seculo XXI e esta e a particularidade que a distingue de outros presidencias que no espaco e tempo tiveram sua missao historica.

O partido Frelimo deve orgulhar-se do legado ao produzir líderes de dimensão patriótica indomesticável, e postura e caracter a altura dos maiores dirigentes africanos e mundiais.

A economia para se desenvolver necessita de imediatao da introducao de novas tecnologias que permita o estado e o privado maior competitiviadade em relacao a outros paises e parceiros comerciais. O principal actor e o executivo: Desenha as linhas mestras assim como o tem feito o presidente Armando Guebuza as abrir as portas a capitalizacao de investimentos estrangeiros, em benefício dos moçambicanos.

Defende os interesses nacionais exigindo uma contribuicao tributária superior do que pagam as empressa nacionais, ao mesmo temo que torna exigente a valorização profissional individual da mão-de-obra local.

 

Existirao sempre outros aspectos a considerar na discussao de contratos como a questao ambiental, pagamento a pessoas desalojadas, etc.

 

 

 

 

Segundo Aiuba Cuerenea, Ministra da Planificacao e Desenvolvimento, a título de exemplo afirmou, que os avultados investimentos realizados por várias empresas internacionais na Bacia do Rovuma resultaram em descobertas de quantidades significativas de gás natural na costa marítima da província de Cabo Delgado, cuja produção inicia em 2018.

A expectativa do governo, segundo o titular da pasta da planificação e desenvolvimento, é que com o início da produção, a contribuição desse recurso natural para o Produto Interno Bruto (PIB) atinja os 13 por cento contra os actuais 1.7 por cento.

Esperamos que os estudos para concepção de um mega-projecto de produção e exportação de Gás Natural Liquefeito (LNG) resultem não só no melhoramento da posição da balança comercial do país, mas sim na dinamização da economia interna através da contribuição às receitas fiscais e programas de responsabilização social.

No pacote temático do encontro, figuram temas como “o papel e o impacto dos recursos de gás natural no fomento do desenvolvimento energético”; “desenvolvimento integrado do gás para uma exportação e utilização regionais equilibradas”, entre outros.

 

 

Quanto ao empresariado nacional nao basta referir que o país e nosso. Cabe ao sector privado identificar na indústria extrativa carvao, gaz natural neste momento sob dominio dos mega projectos oportunidades de negócio que se abrem. No processo de industrialização do país requer-se do empresariado nacional maior faro e dinamismo.

 

Quanto a industria extractiva as oportunidade de negocios estao la importa identifica-las, e concordo com Nelson Ocuane (PCA) da empresa Nacional de Hidrocarbonetos (ENH), quando afirma que desde a exploração a perfuração, produção a refinação , passando pela distribuição a comercialização e transporte do produto existe espaco em que o sector privado pode intervir.

E verdade que o sector luta com dificuldade de acesso ao financiamento e estruturacao adequada que lhes permite o competir em igualdade de circucunstacias., mas essa questao e meramente estrategica do que tecnica.Contudo houve tempo mas continua sendo valido o espaco para formacao de parcerias estrategicas.Enquanto a participacao de empresa estrangeiras esta condicionada no tempo as nacionais continuarao sempre activas no mercado nacional.

Quanto a alvitrada hipotese de mais reformas economicas, que chegou a ser alvitrada de alguém, sinceramente parece-me inexecutável de momento. As reformas económicas iniciadas nos 90, tem permitido a Moçambique um crescimento económico consistente, não havendo por isso necessidade de alterar o quadro. Deveria ser preocupação das empresas nacionais dotar-se de mecanismos técnico científicas que lhes permita participar na econonomia em igualdade de circunstancias que as estrangeras.

A capacitacao e indispensavel para o crescimento e depois colher-se. Afinal de quem servem as sociedades? Ninguem no terreno deve sentir-se discriminado. Num plano de igualdade qualquer empresa nacional mocambicana qualificada tem prioridade do que a estrangeira não pode perder um concurso público.

 

Toronto e a cidade canadiana em que todas empresas dedicadas a extracao mineira, estao sediadas ou tem escritório representativo. As empresa canadianas tem grande experiencia no sector e um alto índice de aproveitamento na produção e formação.

Anualmente realiza-se na cidade um encontro na presença das maiores empresas do ramo. Com excepção da Andarko Canada Corp e Brigadier Gold tem havido muito pouco impacto de empressa canadianas na area da industria extractiva mocambicana, o que e um pena.

 

Numa economia de mercado qualquer um pode ser bem sucedido, desde que invista algum dinheiro, busque parcerias e tempo par dar de si em busca de resultados, e seja empreendedor de sucesso como sao alguns mocambicanos.Uma escola pode ensinar metodos e defender teses e modelos de sucesso, mas nenhuma escola produz um empreededor de sucesso.Ha por ai muita gente bem sucedida nos negocios que nunca teve de defender uma tese de mestrado.Em todos paises existem ricos e pobres. O que faz as pessoa pobres e a ociosidade o fatalismo consequência da baixa auto estima; muitos milionários neste mundo vieram do nada, mas nao se resignaram diante da adversidade.

 

Ora criticar alguem por se ter distinguido como empresario de sucesso e uma imbecilidade desqualificada; e o mesmo que dar um voto de confianca a quem se esgana de inveja por ver os outros bem sucedidos por trabalharem seriamente.E dar voto de confianca aqueles que acham que todos os negros por o serem deveriam ser pobres.

 

O mesmo se passa na politica.No fundo e o mesmo que julgar poder ser oposicao politica sem contudo apresentar seriamente um projecto alternativo.Nao pensam como alternativa e sim como alternancia.Gostariam de estar no poder sem contudo ter ideias nem imaginacao, pior de tudo sem programa nem agenda.O unico sentimento que os une e move e a inveja de não estar no poder. Vivem ressabiados e sem saber porque? Não e de esperar outra coisa de alguém que espera receber sem trabalhar.Diante de uma gritante falta de cultura democratica e uma oposicao destas, nada a fazer senao lembra-lhes quem governa e porque; dar-lhes noções de organização política e sensatez de ideias de forma a serem coerentes como uma oposicao construtiva deve ser.

 

No plano social a alguns fazem greves por algume dizer-lhes para fazer e nao porque sentem ser um direito como motivo.O liberalismo economico trouxe tudo ate lixo humano a Mocambique.Devido a falta de auto-estima há nacionais que não se importam de associacao criminosa com traficantes de droga a organizacoes sombrias de indole duvidosa.Os incautos deixam-se levar daqueles que prometem mundo e fundos.O futuro para s essa pessoas apenas pode ser sombrio como os seus patroes.

O único que lhes pode valer aos moçambicanos e o executivo de Armando Guebuza com as suas propostas em participar no crescimento económico.

 

A economia vive de ciclos e este é o momentum da economia nacional. Contudo o estado nao pode continuar a ser o maior empregador do pais.O sector privado deve fazer tambem a sua quota-parte.

 

A participação no emprendedorismo e e um imperativo nacional como alternativa a pobreza e ao desemprego. E a alternativa andar a pedinchar de mao estendida, ou a criticar e em fofocas pelo simples facto de ver os outros bem da vida.

 

Não basta dizer que o país é rico e ficarmos de braços cruzados.Todos devem participar no empreededorismo economico individualmente, ou em grupo buscando parcerias internas e externas. 

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