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Sou da geração pós-independência. A geração que testificou a euforia da conquista da liberdade dos moçambicanos através de histórias contadas pelos mais velhos. Nossos pais, avós e professores nas salas de aula. A geração que aprendeu a colocar-se em sentido quando se entoasse o hino nacional, ainda que uma mosca pousasse na ponta do nariz e teimosamente ali permanecesse, obrigando-nos a torcer este órgão olfactivo na tentativa de a afugentar. A geração que entoava a canção das cores da nossa bandeira na sala de aula do primário. Leia mais…

