Alberto é um jovem que, à sua chegada a Maputo, onde tencionava residir para a busca de melhores condições de vida, contou todas as vicissitudes que o levariam a sair da sua terra natal, para fixar residência nos arredores da capital. Tudo quanto nos afiançou tinha a ver com a falta de oportunidades de emprego na terra que o viu nascer, o distrito de Funhalouro, em Inhambane, entre outras particularidades que atravessam por esse Moçambique adentro.
Passadas duas dezenas de anos, resolveu receber a nossa equipa numa das três empresas que abriu na capital, recheadas de requintes que nos deixaram cheios de um engordurado mar de surpresas. Narrou como teria construído um diversificado património, que tem estado a servir de sustento para a família em geral, incluindo, para a satisfação de caprichos. Vem surpresa, não nos admiremos, com a devida vénia! Só para contornar a crónica problemática do desemprego, coisa que, inclusive, o fez “zarpar” de Funhalouro, resolveu pôr largas à sua fértil imaginação.
Hoje confunde-se com um grande empresário, sendo o único diferencial, o facto de ter constituído muitas amantes, como tem sido apanágio dos endinheirados que gostam de colocar em exibição, qual pura ostentação, o respectivo e diversificado património. Começou por relatar que alugou uma barraca, numa das bermas da Avenida de Moçambique, a qual, recentemente, acabaria por ser demolida, pelo facto de ter sido vendido o terreno onde se situava a infra-estrutura. Vendia consideráveis quantidades de bebidas, incluindo “xivotxongo”, que até “stocava” em caixas, mas o negócio acabaria por ficar interrompido desde que foi vendido o terreno. Leia mais…


