Opinião

ALGUNS “PROBLEMINHAS” DA NOSSA CIDADE CAPITAL (Conclus ão)

"…ó Rei, aceita o meu conselho (…) e talvez prolongue a tua tranquilidade" Dn 4:27

Antes do fecho deste "arroto", que começou semana passada, abro um parêntesis para saudar o acto nobre da minha(nossa) grandeFRELIMO, por ter demonstrado mais uma vez aos Moçambicanos e ao Mundo a sua maturidade e seriedade, ao proceder ao "render da parada" com impressionante naturalidade e sem balbúrdia, como geralmente acontece em muitos Países. A minha continência permanente ao nosso grande "alarife" Camarada Armando Emílio Guebuza, por ter sabido manter-se tranquilo perante cicios de alguns impacientes, que muitas vezes gostam de  correr com a carroça em frente dos bois. Ao Camarada Filipe Jacinto Nyusi, digo "Avança!, o Povo espera muito de si!".  E a todos homens e mulheres de boa vontade: Páscoa Feliz! Voltando à vaca fria, comosói(soía)dizerse, continuo sublinhando que, sumariamente, o núcleo fundamental, dos "Probleminhas", resume-se na falta de fiscalização e sobretudo de manutenção oportunas, das Ruas e Avenidas da nossa URBE/MÃE. Elegemos aleatoriamente duas artérias, as Avenidas Julius Nyerere  e Cardeal Dom Alexandre. Sobre a primeira dissemos que ela está literalmente a desaparecer, a partir de Xikhelene à "Praça da Juventude", (que por sua vez de "Praça" nada tem, pois aquela é simplesmente uma aglomeração de vendedores de Areia do Incomáti, e de Combustível adulterado retirado fraudulentamente algures), dizia de Xikhelene  passando pela famosa "Lixeira de Hulene", (outro "cancro" que muitos de nós não entendemos o porquê da Edilidade insistir na sua conservação no centro da Cidade, com todos os inconvenientes dela resultantes), a via simplesmente está mais que degradada, necessitando há muito de uma reabilitação de raiz. Sobre "Dom Alexandre", que seria uma verdadeira "espinha dorsal" para a fluidez do tráfego a partir da cidade de Maputo à vila de Marracuene e vice-versa, portão para o resto do Pais, a sua reparação ou melhor dito construção, caminha a passo do sapo-concho. Propalada há mais de uma década, hoje transformou-se num palco de verdadeiras cenas teatrais: um dia encontramo-la inundada de máquinas e topógrafos dando indicação de que as obras estão em curso, dia seguinte encontrarmos oportunistas que durante a note amontoam areia de modo a tramar os incautos automobilistas que se vêm na iminência de pedir socorro para poderem sair daquele local em troca de umas notas. Isto acontece diariamente sobretudo no troço que vai das bombas da PETROMOC vulgo "Bombas de Paga Logo" ao cruzamento com Avenida "Major General Cândido Mondlane" ex-Dona Alice. E porque perguntar não ofende, apenas três pertinentes "questionculosinhos" provocadores: (a) que dificuldade tem a edilidade na conclusão do prolongamento da "Julius Nyerere", cujas obras duram desde as chuvas do ano 2000? (b) Porquê é que nas Ruas e Avenidas da Urbe não se varre ou não se retira a areia e outros resíduos que as inunda?  e finalmente (c)  para quando o propalado METRO, prometido durante a Campanha? Se é para depois da nossa morte, diremos: Cuidado com os ZUMBIS, eles aterrorizam!

Kandiyane Wa Matuva Kandiya
nyangatane@gmail.com

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