Empresas públicas e privadas pedem a restrição ou eliminação da exportação de sucata de cobre, com vista a acabar com a destruição das suas infra-estruturas cujo equipamento contem alumínio, cobre ou mercúrio, nomeadamente cabos eléctricos, painéis solares, peças de fixação de linha- -férrea, baterias das antenas das telefonias móveis, entre outros materiais.
Trata-se de entidades como Electricidade de Moçambique (EDM), Caminhos de Ferro de Moçambique (CFM), Aeroportos de Moçambique, Administração Nacional de Estradas (ANE), TMcel, Vodacom e Movitel.
Os gestores dessas empresas defendem que a vandalização das infra-estruturas deve ser considerada crime público por causar consequências nefastas para o desenvolvimento socioeconómico.
Para isso, solicitam a aprovação de uma lei que proíbe a exportação de sucata de cobre, a revisão da legislação para aplicação de penas exemplares Leia mais…

