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SHEILA PINTO: “Escolhi não desistir de viver”

Por Jornal domingo

Durante oito anos, Sheila Pinto enfrentou a insuficiência renal crónica, uma doença que afectou muito a sua qualidade de vida. Depois de várias tentativas de tratamento no país e na África do Sul, a necessidade de um transplante de rins se tornou urgente.

Soube que Portugal possuía melhores condições de tratamento que lhe permitissem voltar a viver com alguma qualidade de vida. É nesse âmbito que decidiu ir à procura dessa oportunidade.

A 20 de Fevereiro de 2017, com uma mala na mão, motivada pela esperança de resgatar a vida que aos poucos desfalecia, embora sufocada com a dor de se afastar dos seus filhos, partiu para Portugal. Uma decisão que chamou de difícil, porém necessária, até porque, como diz: “escolhi não desistir de viver”. Hoje, passados quase sete anos na diáspora, Sheila Pinto recua no tempo e partilha com o domingo as novas páginas da sua vida do outro lado do Índico, na terra que decidiu adoptar como sua segunda casa.

Para ela, foi um período difícil e cheio de incertezas, mas a prioridade era recuperar a saúde. Enfrentou os seus medos e lutou para se adaptar a uma nova realidade, enquanto passava por um tratamento que classificou de desgastante. Viu o seu corpo transformar- -se devido à submissão aos tratamentos médicos. “A hemodiálise exigia muito de mim, física e emocionalmente, e a espera pelo transplante foi um grande teste de paciência e fé”, afirma e acrescenta: “No meio desse processo, também passei por várias cirurgias, o que tornou tudo ainda mais desafiador”. No hospital, foi primeiramente submetida a cirurgias no braço e no pescoço para a reconstituição das veias que haviam sido obstruídas por causa da má aplicação das fístulas arteriovenosas durante a hemodiálise. Este processo obrigou-a a ficar internada por três meses. Depois teve alta e passou a fazer hemodiálise três vezes por semana. Durante oito anos, Sheila Pinto enfrentou a insuficiência renal crónica, uma doença que afectou muito a sua qualidade de vida. Depois de várias tentativas de tratamento no país e na África do Sul, a necessidade de um transplante de rins se tornou urgente.

Soube que Portugal possuía melhores condições de tratamento que lhe permitissem voltar a viver com alguma qualidade de vida. É nesse âmbito que decidiu ir à procura dessa oportunidade.

A 20 de Fevereiro de 2017, com uma mala na mão, motivada pela esperança de resgatar a vida que aos poucos desfalecia, embora sufocada com a dor de se afastar dos seus filhos, partiu para Portugal. Uma decisão que chamou de difícil, porém necessária, até porque, como diz: “escolhi não desistir de viver”. Hoje, passados quase sete anos na diáspora, Sheila Pinto recua no tempo e partilha com o domingo as novas páginas da sua vida do outro lado do Índico, na terra que decidiu adoptar como sua segunda casa.

Para ela, foi um período difícil e cheio de incertezas, mas a prioridade era recuperar a saúde. Enfrentou os seus medos e lutou para se adaptar a uma nova realidade, enquanto passava por um tratamento que classificou de desgastante. Viu o seu corpo transformar-se devido à submissão aos tratamentos médicos. “A hemodiálise exigia muito de mim, física e emocionalmente, e a espera pelo transplante foi um grande teste de paciência e fé”, afirma e acrescenta: “No meio desse processo, também passei por várias cirurgias, o que tornou tudo ainda mais desafiador”. No hospital, foi primeiramente submetida a cirurgias no braço e no pescoço para a reconstituição das veias que haviam sido obstruídas por causa da má aplicação das fístulas arteriovenosas durante a hemodiálise. Este processo obrigou-a a ficar internada por três meses. Depois teve alta e passou a fazer hemodiálise três vezes por semana. Leia mais…

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