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“Recorremos a fonte para pagar despesas”

A antiga directora da DTM continua a responder ao interrogatório do tribunal, tendo admitido que usou uma das contas bancárias para pagar despesas motivado pela não canalização de um fundo previsto por parte das finanças.

Explicou que depois de não ter sido consignado o montante de 91 milhões de meticais, resultante de 40 por cento sobre a taxa de contratação de mão-de-obra estrangeira, foi necessário recorrer a valores disponíveis na fonte para suprir despesas de actividades que estavam em curso e que não possuíam a cobertura orçamental.

Outro factor que levou ao uso de valores das contas bancarias esteve relacionado com necessidade de realizar adiantamentos para responder a uma situação de crise gerada no âmbito dos pagamentos diferidos.

Disse que os valores foram devolvidos e integrados para a Conta Única do Tesouro (CUT).

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