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Privinvest não era um fornecedor normal

Em resposta a perguntas de insistência feitas pelo juiz Efigénio Baptista, o declarante Agi Anlawe disse que a Privinvest não era um fornecedor normal porque tinha capacidade de influenciar as decisões ao mais alto nível.

 “Foi assim que quando fomos exigindo os projectos técnicos e de engenharia, entre outras coisas desse tipo eles simplesmente deixaram de colaborar comigo. Pelo que sei isso aconteceu na Proindicus e na MAM. Ninguém podia reclamar porque eles não reagiu positivamente”. 

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