A Primeira-Dama da República, Gueta Chapo, assistiu este domingo cerca de cinco mil famílias com a entrega de donativos alimentares, kits de higiene, utensílios e insumos agrícolas, na localidade de Guara-Guara, distrito de Búzi, província de Sofala, no âmbito do acompanhamento da situação das populações afectadas e desalojadas pelas cheias.
Falando no local, onde se encontra desde sábado, a Primeira-Dama explicou que a sua presença visa prestar apoio directo às comunidades e reforçar a solidariedade institucional junto das famílias afectadas, sublinhando a importância da resposta conjunta do Estado, parceiros e cidadãos de boa vontade.
Referiu que, no quadro da resposta humanitária, foi lançado um apelo à sociedade e aos parceiros para a mobilização de apoio diverso às populações afectadas.
“E nós fizemos um apelo à sociedade, aos nossos parceiros, às pessoas de boa vontade para que doassem produtos alimentares e não só, também insumos agrícolas”, disse.
Segundo Gueta Chapo, o apelo registou uma resposta positiva e imediata, traduzida na chegada de vários parceiros à localidade. “Está aqui a resposta, os nossos parceiros vieram com muita força”, afirmou, realçando a diversidade dos donativos disponibilizados.
No conjunto dos apoios entregues constam baldes, kits de higiene e materiais destinados às crianças e mulheres, bem como instrumentos de trabalho agrícola.
“Além dos baldes e kits de higiene e kits para as nossas crianças, as nossas mulheres, temos igualmente ancinhos, catanas, enxadas e insumos agrícolas. Isso é extremamente importante”, frisou.
A Primeira-Dama sublinhou que, apesar dos impactos das cheias, a retoma da produção agrícola é fundamental para a segurança alimentar das famílias afectadas.
“A chuva veio, sim, e nós precisamos de produzir, a nossa população precisa de produzir para conseguir alimentar-se. Assim temos que ir às machambas cultivar”, declarou.
Reforçando a mensagem de resiliência, Gueta Selemane Chapo destacou a necessidade de olhar para o futuro e retomar a normalidade possível nas comunidades. “A vida não pára, temos que olhara sempre em frente e isto é o que estamos a fazer neste momento”, acrescentou.

