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Não ia ao serviço abraçar a alguém, nem amar

Em resposta uma pergunta do advogado de defesa do réu António Carlos do Rosário, acerca do tipo de relação que a declarante tinha com este, Cristina Matavele disse de forma categórica que “não ia para o serviço para abraçar a ninguém, nem amar”.

Sublinhou que a única coisa que a movia era o alcance de objectivos laborais. “Esse é que era o meu foco”.

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