No planalto da cordilheira dos Libombos, a cerca de 79 quilómetros da cidade de Maputo, existe uma “Terra Santa”, a vila de Namaacha. Um lugar que, apesar de esquecido nos mapas, há mais de 80 anos eleva aos céus mil e uma orações e súplicas de peregrinos da Fé cristã.
No coração da vila, encontra-se o Santuário de Nossa Senhora de Fátima, um monumento pintado de amarelo e branco, com a estátua da Santa Maria no topo. Foi erguido por Dom Teodósio Gouveia, na altura Cardeal-Arcebispo da então cidade Lourenço Marques, com recurso às ofertas dos fiéis da Paróquia de Nossa Senhora de Fátima, que se encontra a escassos metros defronte daquele lugar sagrado.
Reza a história que aquele é o primeiro santuário erguido em África, em 1942, em homenagem ao vigésimo quinto aniversário da aparição de Santa Maria aos três pastorinhos, a 13 de Maio de 1917, na Cova de Iria, em Fátima, Portugal.
Aquele lugar santo continua a ser um dos símbolos incontornáveis da fé cristã e da devoção à Maria, mãe de Jesus. Há quase oitenta anos que a tradição de procissão ao Santuário de Nossa Senhora de Fátima na Namaacha ainda ecoa e move a fé.
Tem sido naquele contexto que, todos os anos, concretamente no dia 13 dos meses de Maio e Outubro, recebe Leia mais…

