Nacional

Melhoria da comunicação entre os desafios da actualidade

O Primeiro Ministro, Carlos Agostinho do Rosário, apontou como desafio da actualidade a importância de uma comunicação mais expansiva e melhorada com o povo moçambicano, cuja concretização passa por uma estreita parceria com a comunicação social no seu todo.

Do Rosário, que discursava na sessão de abertura do VI Conselho Consultivo do Gabinete de Informação que decorreu na paradisíaca Praia do Bilene, província de Gaza, disse que o Gabinete deve criar as condições apropriadas para o seu desenvolvimento, capacitando permanentemente os recursos ao seu dispor e reajustar continuamente os seus horizontes em função dos imperativos da comunicação.

No encontro, cujo lema era “Potenciando a Comunicação para o Desenvolvimento de Moçambique”, o governante ressaltou que o reajustamento dos horizontes deve ser feito em função dos desafios actuais na era da digitalização e competitividade.

Segundo o primeiro-ministro, a informação veiculada pelos órgãos de comunicação social tem o condão de se transformar em fonte de conhecimento. Nesse contexto, ele apelou para a necessidade de os órgãos de comunicação social públicos e privados assumirem a sua missão de divulgar a história do país, assim como a identidade colectiva, com elevado sentido patriótico e de pertença a uma nação.

Para o efeito, o governo tem estado a fazer grandes investimentos nas mais variadas formas da infra-estrutura da comunicação, desde a telefonia móvel, sinal de rádio, rádios comunitárias, esforço esse que visa encontrar correspondência na elevação contínua da qualidade e atracção tanto da grelha de programas quanto dos respectivos conteúdos.

O governante apontou, no entanto, que a emergência das redes sociais trouxe um novo paradigma comunicacional na sociedade moçambicana, ferramentas novas que vieram enriquecer o modelo comunicacional verbal, baseado em audiências de massas, com o modelo comunicacional horizontal, baseado em audiências interactivas.

“Elas apresentam novas oportunidades de informar, formar e entreter, ao mesmo tempo que contribuem para o aprofundamento da democracia, da liberdade de expressão, da cidadania e o desenvolvimento nacional”, ressaltou a fonte.

Com satisfação, constata-se, segundo o primeiro-ministro, que os meios de comunicação verticais desde os jornais, rádios e televisões estão também a aderir a este movimento, abrindo espaços para uma interacção horizontal com as suas audiências.

Do Rosário apontou, por outro lado, os avanços realizados, nos últimos tempos, pelo Gabinete de Informação no desafio de elevar o nível de assessoria ao executivo em matéria de comunicação e informação.

É na prossecução deste desiderato que o governo apoia firmemente o estabelecimento dos sectores de imprensa nos ministérios, por acreditar que constituem uma importantíssima plataforma para incrementar a divulgação das realizações sectoriais e para uma busca permanente de aproximação entre os governante e o povo, através dos órgãos de comunicação social.

Por Leonel Muchano, da AIM

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