Nacional

Kankhomba quer 25 novos professores

A maior escola secundária da província do Niassa, a “Paulo Samuel Kankhomba”, situada no centro da cidade de Lichinga, precisa no presente ano lectivo de 25 novos professores, 

maior parte dos quais para as disciplinas do curso de ciências, filosofia e inglês, para se juntar aos 106 que leccionaram na época transacta. Para esta escola, também, foram colocados dois professores voluntários, os quais vão substituir os seus colegas que regressaram à sua terra natal, Estados Unidos da América (EUA).

De acordo com o director da referida escola, Orlando Sousa, a “Kankhomba”, que no primeiro dia apenas matriculou uma única pessoa, prevê registar na presente temporada 573 alunos para o curso diurno e 551 para o nocturno, e não sabia, até ao segundo dia de inscrições, o número de alunos a matricular na 8ª classe.

Em conversa telefónica, Sousa disse desconhecer as causas que ditaram a fraca afluência de alunos, pais e encarregados de educação. “Precisamos de 25 professores das disciplinas de Física, Química, Biologia, Desenho, Francês e Filosofia. Não sabemos, entretanto, se vão atender ao noso pedido ou não”, afirmou Orlando Sousa, a terminar.

 

Cuamba foi excepção

 

Enquanto as escolas da capital provincial, Lichinga, se queixam de fraco movimento de matrículas, o distrito de Cuamba apresenta sinais animadores, se se tiver em conta que até à última sexta-feira tinham sido matriculados 8.286 alunos da primeira classe, 189 da sexta classe, 78 da 8ª e 36 da 11ª classes.

Estes números, segundo Luis Raimundo, director da Educação, Juventude e Tecnologia de Cuamba, são um bom sinal, tendo em conta a época em que a província se encontra. Raimundo garantiu que o seu sector tudo fará para que as metas estabelecidas para o seu distrito sejam cumpridas.

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