Um funcionário da Direcção Nacional de Tesouro deve responder em juízo por exigir dez por cento do valor de cada factura a pagar a fornecedores de serviços contratados pela Comissão Nacional de Eleições (CNE) no âmbito da realização das eleições 2023-2024.
A disponibilização de fundos foi efectuada pelo Ministério da Economia e Finanças, no entanto, os valores até agora não foram desembolsados aos fornecedores, que são chantageados pelo servidor público.
A informação foi avançada na manhã de hoje pelo procurador e porta-voz do Gabinete Central de Combate à Corrupção, Romualdo Johnam.
O porta-voz explicou que os factos são susceptíveis de configurar o crime de corrupção activa e passiva e o processo conta com dois arguidos.

