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Exige-se rigor na gestão do INSS

A aprovação do “subsídio de início de funções” pelo Conselho de Administração do Instituto Nacional de Segurança Social (INSS) mereceu semana finda a atenção dos deputados da Assembleia da República que exigem maior responsabilidade na gestão dos fundos canalizados a esta instituição. O Primeiro-Ministro, Carlos Agostinho do Rosário, anunciou estar em curso o processo de transformação estrutural do actual modelo de organização e funcionamento do INSS para assegurar robustez do sistema de segurança social obrigatório.

Enquanto isso, reuniões havidas há dias entre a ministra do Trabalho e Segurança Social, Conselho de Administração do INSS, com a participação de parceiros, da Organização dos Trabalhadores Moçambicanos- (OTM – Central Sindical) e Confederação das Associações Económicas, resultaram na revogação da deliberação que anuiu a aprovação do “subsídio de início de funções”.

A Inspecção-Geral da Administração Pública está a investigar se a aprovação do subsídio lesou ou não o INSS. O Conselho de Administração do INSS deliberou em Junho último o pagamento daquilo que chamou de “subsídio de início de funções” para os administradores em valores que ascendem a mais de 20 milhões de meticais.

Outros montantes foram transferidos para as contas dos membros do Conselho de Administração, cujo presidente terá recebido pouco mais de 6 milhões de meticais e o director-geral mais de 4 milhões. Leia mais…

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