O sector da Educação está a funcionar condicionado, pois foi largamente afectado pelas cheias e inundações que se registam em alguns pontos do país desde semana passada. A situação pode forçar a suspensão do ano lectivo.
Com vista a permitir o arranque do ano lectivo 2026, agendado para sexta-feira, o Governo está a mobilizar meios alternativos como tendas para funcionarem como espaços temporários de aprendizagem; quadros, lonas, “kits” de diferentes categorias; material de higiene e limpeza. Está ainda a juntar material didáctico diverso.
As direcções provinciais de Educação de Gaza e Maputo estão em contacto com o Ministério da Educação e Cultura (MEC), no sentido de adiar o arranque das aulas naquelas províncias, por entenderem que não há condições para o início do processo, visto que alguns professores que estavam de férias não conseguiram chegar aos postos de trabalho, bem como gestores de educação que deveriam estar a constituir as turmas, entre várias actividades.
Defendem que, para o funcionamento do sector da Educação, dependem da mobilidade dos professores, porém a intransitabilidade das vias afectou-lhes. Neste momento, não é possível chegar a Massangena, Chicualacuala, Guijá e Chókwè, na província de Gaza, e alguns povoados dos distritos de Magude, Marracuene e Manhiça, em Maputo. Leia mais…

