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Edifícios “desalmados ” assombram Namaacha

Por Luísa Jorge

E m meio a tamanha calmia que caracteriza a vila de Namaacha, há também um clima de mistério que paira no ar. A mesma vila que acomoda um lugar sagrado – Santuário de Nossa Senhora de Fátima – também carrega o peso da existência de ruínas e escombros que recordam as cidades-fantasmas. Suas histórias tem sabor agridoce.

Não é um nem dois. São vários. Só no centro da vila, mesmo na via principal, quatro monstruosos escombros inquietam e retiram a estética do lugar. Vencidas pelo efeito das forças da natureza, suas paredes descascadas, cheias de manchas e mofo, são fragmentos sobreviventes que carregam histórias e sonhos de quem os projectou, mas que, por alguma razão, as relegou ao abandono, tornando-se habitat dos sem tecto e terreno fértil para expansão de um matagal e repositório de lixo. Todavia, até então não há relatos de criminalidade impulsionada pela existência Edifícios “desalmados ” assombram Namaacha destas ruínas. Estas infra-estruturas continuam a resistir às investidas climáticas e conseguiram atravessar o tempo. Parte delas conta com décadas de existência destas ruínas.

Estas infra-estruturas continuam a resistir às investidas climáticas e conseguiram atravessar o tempo. Parte delas conta com décadas de existência. Este é o exemplo do escombro próximo à Escola Secundária de Namaacha. Se se tratasse de um ser humano, diríamos que tem idade adulta. Segundo nativos, existe há mais de 40 anos. No passado funcionou como um armazém. Alguns moradores, Leia mais…

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