- Envolvidos funcionários aeroportuários, agentes da PRM e empresas fictícias de transportes e logística
Uma extensa rede composta por pelo menos 16 integrantes foi desactivada, em meados do ano passado, ao tentar introduzir no território nacional cocaína disfarçada em frascos de “rolón” e óleo de amêndoa, via Aeroporto Internacional de Maputo.
Para a introdução de 446 frascos de cosméticos, a “teia” era composta por dois indivíduos que criaram empresas de transporte e logística, sete funcionários da empresa Mozambican Airports Ground Handling Service (MAHS), seis agentes da Polícia da República de Moçambique (PRM) e um trabalhador de segurança privada. Cada integrante, cuja movimentação não escapou ao registo das imagens de vídeo “CCTV”, em operação naquele terminal, tinha tarefas específicas para garantir a retirada da mercadoria para fora do aeroporto.
Através do processo n.° 126/ GCCOT/2024, os acusados pelo Ministério Público vão responder aos crimes de tráfico e outras actividades ilícitas, associação criminosa para o tráfico, falsificação e uso de documentos falsos e corrupção activa. Leia mais…

