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Desejaria que não tivesse aquela pressão

Em resposta a perguntas feitas pela representante do Ministério Público (MP), Ernesto Gove disse que teria sido desejável que quem tinha o dever de analisar os processos da EMATUM, ProIndicus e MAM tivesse tido tempo ilimitado ou pelo menos os 15 dias previstos na norma para lidar com o expediente.  ”Mas fomos chamados a desenvolver uma actividade de carácter excepcionalmente urgente”, sublinhou.

Da sua parte, refere que desejaria que não tivesse aquela pressão. “Em condições normais talvez precisasse de mais tempo”.

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