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As noites são perigosas no bairro

Alice Canhe, residente, há mais de uma década, no bairro de Mavalane “A”, quarteirão 17, contou-nos que sempre que anoitece, os assaltantes tomam o controlo das ruas onde arrancam bens, agridem pessoas de forma impune

uma vez que não há patrulhamento naquele bairro.

“Houve um assalto na semana passada por volta das 21 horas. Foi assaltado um indivíduo que na altura voltava do Hospital de Mavalane. Os malfeitores apoderaram-se da sua carteira, dois telemóveis e dinheiro. Outro acontecimento deu-se nos finais do mês transacto, onde indivíduos não identificados violaram sexualmente, até à morte, uma menor de doze anos, no mercado de Mavalane, quando esta regressava da casa da sua tia”. 

Já fui assaltada

Ester Mulate, do bairro de Mavalane, disse que foi assaltada, semana passada, na sua residência. “Estávamos a dormir, quando arrombaram a porta. Descobrimos isso de manhã. Apoderaram-se de dois telefones, um microondas, televisor e outros objectos”.

É a segunda vez que os malfeitores invadem a residência de Mulate. A primeira vez foi em Novembro do ano passado. “Estamos a viver momentos difíceis com o recrudescimento da onda de crimes caracterizados por assaltos com armas brancas e à mão armada, nalguns com casos assassinatos”, disse a nossa entrevistada.

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