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Arguidos negam ligação com o marfim destinado a Dubai

Por Benjamim Wilson

Os cinco arguidos do “caso marfim”, apreendido no recinto do Porto de Maputo, negaram as alegadas ligações ao contrabando de troféus de elefante para Dubai.

Os factos remontam a Março de 2024, na sequência de uma operação para exportar 644 pontas de marfim, estando a ser apreciado na 7.ª Secção Criminal do Tribunal Judicial da Cidade de Maputo, através do processo n° 11/2025-A.

A quantidade do marfim apreendido estava disfarçada com 177 sacos de milho, correspondente a pelo menos 174 elefantes abatidos, num prejuízo avaliado em 194 milhões de Meticais.

DESPACHO

O Ministério Público indica que a “teia” foi desencadeada na sede da “Milas Consultoria, Serviços e Despachante Aduaneiro”, pertencente a um dos co-arguidos. Naquele escritório supostamente foi forjado o requerimento que daria origem a um caminho que terminaria em terras asiáticas.

O ajudante do despachante assumiu que em nenhum momento teria agido com vista a viabilizar a alegada exportação. Sustentou ter tramitado documentação para expedir milho, que, para tal, recorreu ao “user-mãe” da instituição, facto que, entretanto, daria origem ao recambolesco esquema milionário. Leia mais…

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