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Algumas infra-estruturas escolares correm risco de desabar no país

Cerca de 34 porcento das escolas moçambicanas estão em risco de serem totalmente destruídas por chuvas e ciclones por terem sido construídas em zonas propensas às calamidades naturais e em material precário.

Para inverter a situação, o projecto “Escolas Seguras” apresentou ontem, em Maputo, durante o terceiro Seminário de Avaliação e Validação dos Resultados desta iniciativa, várias propostas para a construção de escolas seguras, nomeadamente uma maior preparação, uniformidade de medidas, entre outras. As propostas, organizadas por códigos, aguardam pela provação do governo moçambicano ainda no presente ano. 
Falando na ocasião, o vice ministro das Obras Públicas e Habitação, Francisco Pereira, explicou que este projecto pretende promover reflexões necessárias das melhores práticas no âmbito das construções escolares, definir princípios gerais na elaboração de normas e propostas de legislação que deverão reger o processo de construção escolar, proceder e desenvolver regulamento de fiscalização.
Torna-se importante conhecer as consequências das mudanças climáticas sobre as infra-estruturas que construímos, de forma a estudar os melhores métodos para reverter os seus impactos, introduzir medidas de mitigação e definir normas e regulamentos de construção de escolas mais adequadas”, disse. 
Por seu turno, o Director Nacional Adjunto de Planificação no Ministério da Educação, Eugénio Mapossa, sublinhou que, para este ano, prevê-se que mais de 1.000 escolas do país passem a beneficiar desses códigos de construção de escolas seguras. 
Projecto “Escolas Seguras” foi lançado em Novembro de 2012 com objectivo de apresentar propostas de orientações e princípios para a construção de escolas seguras, mais resistentes aos impactos negativos dos factores climáticos.

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