– defendem académicos e sociedade civil
A Inteligência Artificial (IA) deve ser vista como um aliado no desenvolvimento humano, mas o seu uso exige regras claras, visão estratégica e, sobretudo, uma integração que respeite a realidade e a cultura moçambicana. Esta foi a posição defendida por académicos, representantes da sociedade civil, sector privado e parceiros de cooperação durante o lançamento do Relatório de Índice de Desenvolvimento Humano 2025, semana finda, em Maputo.
Em alusão ao documento que, este ano, dedica especial atenção à Inteligência Artificial, académicos reconhecem o seu potencial para acelerar o progresso humano, mas também lançam um alerta face ao risco de ampliar desigualdades caso não seja regulamentada de forma responsável.
Sucede que, segundo o relatório, desde 2020 verifica-se, a nível global, uma tendência de desaceleração dos índices de desenvolvimento humano e, por via disso, os intervenientes entendem que a IA deve ser vista como uma ferramenta que pode ajudar na melhoria da vida apoiando diversos sectores como saúde e agricultura.
Intervindo na ocasião, o ministro da Planificação e Desenvolvimento, Salim Valá, sublinhou que a IA pode tornar-se num instrumento poderoso para o desenvolvimento, desde que moldada com intencionalidade e justiça. “Tal como um espelho, Leia mais…

