“Aqui é Genebra, Suíça. Nada é de borla, tudo paga-se, ou seja, estão numa das cidades mais caras do mundo. Vejam, por exemplo, estas motorizadas aqui parqueadas no aeroporto estão a ser taxadas, portanto, tenham cuidado em tudo que fizerem”. Esta é advertência que nos foi dada pela adida financeira e administrativa da Missão Permanente de Moçambique naquele país europeu, a qual tivemos que a cumprir à risca para não constar da lista negra e sermos impedidos de voltar a visitar aquele país europeu.
Partimos de Maputo por volta das 16 horas do dia 24 de Julho rumo a Genebra, Suíça, com escalas em Luanda (Angola) e Lisboa (Portugal), numa viagem tranquila, formidável e sem sobressaltos, conforme o programa previamente estabelecido pelo Secretariado-Geral da Assembleia da República (SGAR).
No Aeroporto 4 de Fevereiro, em Luanda, onde aterramos por volta das 20 horas, a temperatura rondava nos 15 graus. Aí tivemos que nos agasalhar, e a nossa delegação passou por muito frio, na medida em que os seus agasalhos estavam nas malas despachadas para o porão do avião.
Foram cerca de 4 horas de intenso frio não obstante as voltas dentro daquele aeroporto, uma vez que com o intenso tráfego rodoviário, fomos aconselhados a não sair do aeroporto.
Cada viajante foi contando as suas memórias e o autor deste artigo debruçou-se sobre o que tem acompanhando em Moçambique e nos países da África Austral, como forma de passar o tempo. Leia mais…

