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Plano de controlo do álcool do Quénia gera revolta

Por Jornal domingo

Há uma “agitação” no Quénia devido as últimas propostas para controlo da venda e do consumo de álcool, incluindo o aumento da idade mínima para consumo, de 18 para 21 anos.
As abrangentes regras propostas, divulgadas na quarta-feira, incluem a proibição da compra de bebidas alcoólicas em supermercados, restaurantes e transporte público. A venda online e a entrega em domicílio de bebidas alcoólicas, bem como o endosso de celebridades, também serão proibidos.
As autoridades defenderam as medidas planeadas como necessárias para combater o abuso de substâncias, especialmente entre os jovens.
Mas muitos quenianos criticaram as propostas como equivocadas e potencialmente destrutivas para a economia.
Se forem aprovadas, o álcool só estará disponível em pubs e bares, bem como em lojas, especificamente licenciadas para a sua venda.
Os planos foram revelados pela Autoridade Nacional para a Campanha Contra o Abuso de Álcool e Drogas (Nacada), no que foi visto como uma das políticas antiálcool mais agressivas que o país já viu, cita a BBC News.
Acrescenta que se estima que, em 2022, um em cada 20 quenianos com idades entre 15 e 65 anos era viciado em álcool.

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