Mesmo assim, “já houve situações difíceis em que a parte masculina tentou me desmotivar, alegando que este não era trabalho para mulheres, duvidou da minha capacidade. Mas por gostar da minha área e da minha profissão nunca me deixei derrubar. Continuei a fazer o meu trabalho normalmente”.
Recorda-se, na sequência, da época em que entrou na MPDC quando ainda estavam os trabalhadores que vinham dos CFM, que acabavam criando um conflito por ela ser mais nova e mulher. Eles eram conhecedores da área, mas na história deles não existia o ser mulher na parte operacional. A partir de estivadores não era permitido ter mulheres. Leia mais...
Texto de Angelina Mahumane
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