
A decisão foi anunciada nesta sexta-feira, 16, pelo ministro das Relações Internacionais da Rússia, Sergey Lavrov, que justificou a decisão como forma de restringir e impedir que as actividades de organizações não-governamentais dos EUA interfiram na política russa.
O chefe da diplomacia russa sugeriu ainda que o embaixador dos EUA, John Sullivan, seguisse o exemplo do seu homólogo russo e regresse a casa para consultas, numa clara indicação para que o diplomata deixe o país. Leia mais...





























































