
Entretanto, há ainda, em número maior, aquelas heroínas veladas pelo anonimato: aquela mulher que trabalha a terra; que conduz o tractor, que pilota embarcações marítimas e, entre várias, aquela que, quilómetro a quilómetro, endurece o músculo pedalando uma bicicleta, cumprindo a dura rotina à procura do pão para colocar à mesa e alimentar a sua família.
Tanto vigor e determinação são destacados a cada Março, quando iniciam as vénias à mulher, numa dimensão universal, e, de forma especial, a cada Abril, quando a nossa pátria se curva perante a mulher moçambicana. É, especificamente, a 7 deste importante mês na história da gente da nossa terra, que o povo moçambicano, em particular, e não só, rende-se à Josina Machel e a todas as mulheres que brotaram das mesmas entranhas, frutos da mesma raiz. Leia mais...
Foto de Urgel Matula





























































