NELTON “EL BAZZ” MIRANDA: Um “baixista” de fina estampa

É seguramente um dos mais talentosos baixistas que o país se orgulha de ter. No seu “curriculum” artístico perfilam nomes como Jimmy Dludlu, Stewart Sukuma, “Kapa Dêch”, Filipe Mukenga ou Eduardo Paim. O seu nome de guerra é “El Bazz”, mas os pais registaram-no como Nelton Miranda.

A sua carreira musical começou lá no grande palmar da Zambézia, mais exactamente na bucólica cidade de Quelimane. Por lá tocou com vários artistas até porque o pai fora um grande guitarrista em tempos mais recuados. Depois, meteu a viola no alforge e rumou para a capital do país, Maputo.

Aqui os sonhos cresceram na mesma dimensão em que Nelton Miranda regressou ao seu instrumento predilecto – a viola-baixo – dado que era mais conhecido por tocar piano (teclado); com o “baixo” alavancou a sua carreira.

Com uma rotina que começa às 06.00 horas da manhã, Nelton inicia o dia com música: “mal acordo, ponho logo a tocar uma música tranquila. Depois entro na internet para me actualizar. Vejo tudo o que é noticiário sobre todos os assuntos, desde desporto, política, economia até as artes”, diz.

Depois vai para o estúdio particular para trabalhar nos vários projectos em que está envolvido. Concluir uns e começar outros. Por volta das 10.00 horas faz um intervalo de uma hora para beber um café e levar o filho (Eben) à escola. Depois regressa ao estúdio para praticar o seu instrumento (baixo). Leia mais...

TEXTO DE BELMIRO ADAMUGY

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