DO MARIANO NHONGO E DAS MENTIRAS DO SEU CÉREBRO

Porque é que a obsessão do senhor Nhongo pela presidência da RENAMO tem de custar vidas de pessoas inocentes, em vez de confrontar-se politicamente nas eleições internas com os seus adversários directos (malta Ossufo Momade, Hermínio Morais, Manuel Bissopo, Elias Dhlakama e companhia?). A resposta é patente e explícita: sofre de algo patológico, que sai da simples esfera política e carece da ajuda médica.

Na tentativa de compreendermos este fenómeno obsessivo pelo poder do senhor Nhongo, recorremos a alguns manuais da área da Saúde, o que nos permitiu saber que a cobiça ao poder é semelhante ao ciúme patológico, que em psiquiatria aparece como sintoma de diversos quadros, desde os transtornos de personalidade até doenças francas. Portanto, o ciúme patológico (segundo o médico Geraldo J. Ballone, especialista em psiquiatria pela ABP e Professor do Departamento de Neuropsiquiatria da Faculdade de Medicina da PUCCAMP desde 1980, - Campinas/Brasil) é um transtorno obsessivo-compulsivo (TOC), um problema que envolve riscos e sofrimentos, podendo ocorrer em diversos transtornos mentais. E a linha divisória entre imaginação, fantasia, crença e certeza frequentemente se torna vaga e ambígua. Daqui acharmos que uma das saídas airosas seria a de um ou alguns dos familiares próximos do senhor Nhongo ajudá-lo a livrar-se dessa “pandemia” (apego excessivo pelo poder presidencial da RENAMO), recorrendo ao tratamento psiquiátrico, sob o risco de perder a própria vida ingloriamente como aconteceu com o seu ídolo e predecessor, o falecido Afonso Dhlakama.  Leia mais...

Por Kandiyane Wa Matuva Kandiya

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Última modificação: Sábado, 10 Outubro 2020 19:08