A máscara da vergonha!

Era domingo dia 23 de Agosto corrente quando o mundo acordou eufórico e ansioso por assistir a um jogo da Liga dos Campeões que se pode considerar atípica. Estariam em campo duas equipas fortes. Por um lado, um Bayern de Munique que conquistara, antes, cinco títulos da Liga dos Campeões, fazendo um bom percurso na actual liga 2020 beliscada pela covid-19. E, por outro, tínhamos uma equipa – Paris Saint German – que nunca jogara uma final da Liga dos Campeões. E por ter vencido uma equipa alemã nas meias-finais de forma folgada estava com os ânimos elevados. E claramente com os prémios em promessa, caso ganhassem o jogo, também em crescendo.

Como mandam as regras quando se trata de jogos do género, os rapazes combinam encontro em casa de um deles e o jogo é preparado ao requinte. Uma sentada no quintal, projectores em preparação para tela gigante, colunas de som básicas para emprestar um cenário não idêntico, mas que nos remete à presença no local onde decorre o jogo.

Para apimentar os minutos antecedentes e durante o jogo, prepara-se um petisco que pode variar de galinha, peixe, cabrito, cabeça de porco. Neste caso a preferência foi mesmo pelo “kôngue” (aquela mistura de tripas enroladas, fígado e cabeça de cabrito) – uma iguaria proveniente da província mais quente do país (Tete), que recomendo a todos. Para digeri-lo melhor, depois da irresistível degustação, comprou-se um cognac Henessy. Claramente com algumas cervejas, água e refresco à mistura. Leia mais...

Por Frederico Jamisse

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