Tudo que se perde é o que não se dá!

Não devemos contentar-nos em falar do amor ao próximo, mas praticá-lo – Albert Schweitzer

É facto que o homem, pela sua natureza, tem tendência a ficar grato – visivelmente grato – quando grandes e boas coisas acontecem. As pequenas quase passam desapercebidas, mas costumam ser as mais importantes... sobretudo se feitas sem pretenciosismos...

É facto que o homem, pela sua natureza, tem tendência a ficar grato – visivelmente grato – quando grandes e boas coisas acontecem. As pequenas quase passam desapercebidas, mas costumam ser as mais importantes... sobretudo se feitas sem pretenciosismos...

Os concorrentes, como é de praxe, estão sujeitos ao crivo do júri e dos espectadores; na verdade, estes últimos jogam um papel muito importante: são eles que “votam” financeiramente nos candidatos que mais gostam. Quer dizer quanto mais pessoas gostarem deles, mais o pé de meia cresce. No final, todos sairão com algum estímulo financeiro para poderem alavancar as suas carreiras e outros a suprirem algumas necessidades básicas.

O que chama particular atenção no “Vozes que Encantam” da TV Sucesso é o papel social da rubrica. Nenhum concorrente finalista sairá de mãos a abanar. Para além dos Padrinhos, que gradualmente vão aparecendo, o público também está a fazer as suas doações; quer dizer, não é só dizer “gosto deste ou daquele concorrente”; é fazer algo mais, doando um valor para que o mesmo possa alcançar os seus sonhos ou planos. É a sociedade irmanada, a reagir ao repto de que juntos somos mais fortes; juntos podemos ultrapassar as barreiras mais tenebrosas. Leia mais...

Por Belmiro Adamugy

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