Moçambique assume posição de destaque na pesquisa de cancro

- Cesaltina Lorenzoni, membro do Comité de Educação, Treino e Pesquisa em África

No ano passado, Moçambique aderiu ao Comité de Educação, Treino e Pesquisa da AORTIC, organização africana de pesquisa e treino em cancro, num momento em que esta doença é responsável por uma em cada seis mortes no mundo. De acordo com o relatório da Organização Mundial da Saúde( OMS), os países de médio a baixo rendimentos podem registar aumento de casos em 81 por cento, até o ano de 2040. A OMS refere que o número de novas infecções pode aumentar em 60 por cento em todo mundo se a doença continuar a expandir-se ao ritmo que está no momento.

Em Moçambique a situação do cancro revela-se preocupante. Dados de 2018 indicam que o país regista cerca de 25 mil novos casos por ano. Contudo, há avanços conquistados na luta contra esta doença, e uma delas é a integração de Moçambique neste comité.

domingo conversou com Cesaltina Lorenzoni, membro do Comité de Educação, Treino e Pesquisa em cancro em África, que garante que o país está a ganhar visibilidade na área de pesquisa e treino do cancro. 

Moçambique acolheu ano passado a XII Conferência Internacional do Cancro. No mesmo evento tornou- -se membro do Comité de Educação, Pesquisa e Treino em Cancro. O que tornou o nosso país elegível para integrar-se neste comité?

Já se olha para Moçambique como um país que tem um programa nacional de controlo do cancro. Nesta reunião, Moçambique falou deste programa e isso inspirou aos outros países. Apesar de sermos um país com poucas condições estamos a conseguir avançar. Leia mais...

Texto de Luísa Jorge

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