Quando fui assaltado no Xikhelene

Regressara há 48 horas de Lisboa finda a minha missão de trabalho jornalístico na Expo-98, Exposição Mundial dos Oceanos, que à data do meu adeus ainda decorria em terras lusas, quando o telefone retiniu. Atendi.

Do outro lado da linha estava a minha irmã. Rejubilou quando soube que tinha regressado. De seguida informou-me que estava doente. Malária.

Prometi-a que passaria da sua residência algures no bairro Ferroviário mal despegasse. Dito e feito, finda a jornada orientei a minha bússola para Xikhelene. Porém, antes fiz uma paragem no Shoprite da ex- -Praça de Touros, agora denominada Praça da Paz, onde comprei quatro suculentos frangos que seriam para a minha irmã. Pensava que um frango seria para uma nutritiva canja. Os restantes as minhas sobrinhas fariam o que lhes apetecesse ou a mãe, portanto minha irmã, pedisse. Leia mais...

Por André Matola

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