DO NOVO CORONAVÍRUS AO BEM QUE VEIO PELO MAL

A frase “o bem que veio pelo mal” incorporada neste meu monólogo não é da minha lavra. Ela pertence aos sábios do antigamente. Mas tem o poder de ser comprovadamente verdadeira, se tivermos em linha de conta que, enquanto vivos, enfrentaremos sempre problemas que carecerão de soluções. Temos é de aprender com os sábios do antigamente, um deles, Plutarco (Lucius Mestrius Plutarchus) um historiador, biógrafo, ensaísta e filósofo grego, que se tornou cidadão romano (46 – 120 d.C.). Com Tito Lívio escreverem a Obra “Romulus”. Plutarco escreveu: “Tudo o que acontece nas nossas vidas, acontece por um motivo. Nada acontece por acaso e até a coisa mais triste tem algo para nos ensinar. Basta saber aproveitar”.

Uma outra velha máxima também indesmentivelmente verdadeira reza que “Não há mal que sempre dure, nem bem que se não acabe”. Efectivamente, desde o começo dos tempos, a Humanidade já passou por muitas catástrofes, calamidades e pandemias avassaladoras. Uma dessas é a que ficou conhecida como “Gripe Pneumónica”, uma estirpe de gripe aviária atipicamente severa e letal, também conhecida por “Gripe Espanhola”, que terá matado em todo o mundo ao longo dos anos de 1918 e 1919 entre 50 e 60 milhões de pessoas. Pensa-se que tenha sido a mais mortífera das pandemias da história da Humanidade. Mas tudo passou e a vida continuou até aos dias de hoje. Ficaram as lições. Até porque quando o Arquitecto do Universo fabricou o primeiro casal de humanos, nunca lhes prometeu que passariam por esta vida sem nenhum momento de dor. Pelo contrário, Ele avisou- -os que morreriam, se comecem da fruta de uma certa árvore. Fora do “Grande Jardim Zoológico-Botânico”, aquele casal passou por muitas dificuldades. Depois da desobediência, Ele pô-los fora do Jardim, onde em vez de lindas árvores de frutas e muitos animais que forneciam saborosa e nutritiva carne, o casal viu espinhos e cardos crescerem em volta deles, e teve de vergar a espinha dorsal, trabalhando duro para ter comida e sobreviver. Leia mais...

Por Kandiyane Wa Matuva Kandiya

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