
Na verdade, tratou-se de um reencontro há muito adiado, uma vez que mesmo sabendo que ele abraçou novos desafios fora da docência foi minha vontade cumprimentá-lo.
Já tinha passado várias vezes do seu actual local de trabalho, mas nunca o havia encontrado. Ou porque não estava escalado ou porque estava fora em missão de serviço.
Quando Valentim Vasco Sibinde, o meu professor, entrou na sala onde eu, ansioso, o aguardava há cerca de 10 minutos, não tive dúvidas de tratar-se dele, uma vez que os colegas me haviam assegurado que o “Madala”, como o tratam, estava a caminho. Leia mais...
Texto de António Mondlhane
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