
Em rigor, não somos tidos nem achados em nenhuma dessas contas que se fazem sorvendo cafés e outros líquidos sabiamente destilados lá pelas terras da Rainha. Nessas rodas - regadas em álcool e encimadas por charutos importados - nós somos o primeiro degrau na escalada da enorme montanha das verdinhas; somos mais do tipo “noves fora…” e mesmo aí, já vamos com muita sorte.
Entretanto, ainda que consciente de que o mundo precisa mais de exemplos do que opiniões, haverá sempre espaço para manifestar a minha indignação diante de um facto (?) atroz: a venda (finalmente) do Cinema Império. Finalmente porquê? Simplesmente porque alguma coisa vai acontecer… vamos deixar (se entretanto tal se consumar) de chorar por vermos uma sala de espectáculos a definhar a olhos vistos. Vamos deixar de lamentar o facto de o “Império” ser uma caverana para se transmutar noutra coisa qualquer… vamos dizer para os nossos botões: “em boa verdade já não nos servia nem para cinema, nem para teatro, nem concertos… pelo menos deixará de ser um lugar nauseabundo, uma alcova para gente de má candura, uma lixeira de “luxo”, etc., etc.”. Leia mais...
Por Belmiro Adamugy
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