
O documento, cuja fase de auscultação pública terminou em finais do ano passado (está agora na etapa de harmonização das contribuições) e deverá introduzir mudanças a nível do processo de registo de entidades religiosas, entrada e saída de missionários no país, além dos requisitos para se ocupar o cargo de líder religioso.
A necessidade de um novo instrumento surge do reconhecimento de que o actual está desajustado aos desafios do momento, até porque a lei data do período colonial.























































