Gananciosos desvalorizam sacrifícios dos combatentes

- Em entrevista ao domingo, Fernando Faustino, secretário-geral da ACLLN, considera que riqueza é razão do terrorismo em Cabo Delgado

Osacrifício consentido pelos combatentes da luta de libertação nacional está a ser posto em causa por gananciosos que desde os primórdios da Independência, em 1975, têm vindo a desencadear acções de desestabilização do país.

Estas palavras são da autoria de Fernando Faustino, secretário-geral da Associação dos Combatentes da Luta de Libertação Nacional (ACLLN), em entrevista ao domingo a propósito dos 46 anos da assinatura dos Acordos de Lusaka, efeméride que se comemora amanhã, 7 de Setembro.

Numa alusão à guerra dos 16 anos, terminada em 1992; aos ataques armados no Centro e Norte; e ainda ao terrorismo em Cabo Delgado, Fernando Faustino explicou que desde a proclamação da Independência os moçambicanos não usufruem na plenitude do sabor da liberdade devido às acções daqueles que não querem ver Moçambique em paz. Para reverter o cenário, ”temos de ser vigilantes e denunciar aqueles que, tal como ontem, hoje, procuram dividir-nos e sabotar o nosso desenvolvimento através da instrumentalização de alguns moçambicanos, sobretudo jovens”.

Na entrevista, Fernando Faustino fala da importância do 7 de Setembro de 1974 e do papel do combatente perante os desafios que o país enfrenta.

Nas linhas abaixo seguem as partes mais marcantes da entrevista. Leia mais...

Texto de Domingos Nhaúle

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